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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

A Morte de Sprint Spin

4- Eu não sei se aquela hydra era de verdade ou ficção...só sei que vivi na pele a luta contra ela...e acordei morto...
ah sim, para ficar off, não posso indicar a minha localização, isso para não ser capturado por este radar em forma de cobra contra o qual empreendi dura luta no palco ou frente ou meio ou fundo do teatro...ela queria a continuidade de uma história absurda...eu não: eu queria abrevia-la...por isso gritei pelo fim da história...
Sonhei sobre a serpente querendo a continuidade da história no fundo do teatro.....teatro ou mar, tanto faz

post em permanente construção...


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3- A HISTÓRIA DOS OBJETOS - No momento são 10.46h, vou sair agora para almoçar,.. se rolar alguma coisa uso o whatsApp [zapArte para o spin in memoriam], elaboro-me por este meio de expressão e, se for o caso, posso recorrer a lan house da rodoviária para transmitir a história de cada objeto que a mim se apresentem,..,.não em forma de assemblage e sim um de cada vez...

(    ) versículo em construção...

2- A MORTE DO SPIN - Eu, Daniel, vulgo D, matei-o o Spin e me apoderei do celular dele para anunciar ao mundo o que fiz..,.. gravei a morte como prova da minha ação heroica: todo delator traidor que não faz um mínimo esforço para curar-se da sua compulsão pela delação traição merece a morte:  por isso matei-o. 


1- O FIM DA HISTÓRIA - No mundo só existem dois tipos de gente, os que delatam depreciam e os que relatam com fidelidade aos fatos e à verdade..,...não pensem que foi fácil vencer aquela serpente de língua vibrante mas,  como pertences ao que somos, subjuguei-a: e decretei o fim..,..não o fim do mundo como ela gostaria e tentava continuar como se a morte fosse diversão..,... sim, o fim da história.,...da história ou desta história, tanto faz...



Forma: o momento da morte do spin


Noções básicas de topografia corporal - 3 personagem no mar...mar ou palco de teatro.....dois lutando.;;um no meio era uma caixa de som observando o entrevero final...a vida e a morte se digladiando naquele momento impar...o povo na plateia sem saber ao certo se aquilo era realidade ou ficção..de que isso importa se acordei morto daquele morto......se não me engano, um personagem que ficava ali no palco pelo canto como que observando a luta

Noções básicas de topografia corporal clique aqui



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